| A MARCA DA BESTA CHEGOU |
| Atenção:
Está muito próximo a marca da besta PF apresenta projeto de Registro Único de Identidade Civil Começa no nesta terça-feira (08), em Brasília, o Encontro Nacional de Identificação. |
| Começa
no nesta terça-feira (08), em Brasília, o Encontro Nacional
de Identificação. Por quatro dias, o Alvorada Park Hotel
receberá palestrantes nacionais e internacionais para instrução
de servidores de instituições públicas e privadas,
bem como de profissionais envolvidos com a identificação
humana no Brasil. O evento será realizado pelo Instituto Nacional de Identificação- Diretoria Técnico Científica, do Departamento de Polícia Federal, e tem como principal objetivo apresentar as vantagens da adoção de um número único de identificação civil como forma de garantir a cidadania e reforçar o controle e segurança dos dados. No local, uma “cidade digital” será simulada para demonstração do funcionamento do AFIS - sigla em inglês para o Sistema Automático de Identificação de Impressões Digitais - e da nova identidade brasileira, o Cartão de Registro de Identidade Civil – RIC, com os mais modernos itens de segurança, como fundos complexos, tintas e efeitos óticos especiais, além de chip microprocessador que armazenará os dados do cidadão. Entre outros temas, as palestras tratarão do impacto do novo documento no sistema eleitoral, na segurança bancária, nos benefícios sociais e nas Forças Armadas. Confirmaram presença no evento o Vice-Presidente da República, os Ministros da Justiça, Defesa e da Previdência Social e o presidente da Febraban. O Encontro Nacional de Identificação objetiva, ainda, a integração dos institutos de identificação do país, apresentar as mais recentes tecnologias na área de identificação humana, ampliar o debate sobre segurança em documentos e discutir a melhor forma de instituir o Cartão de Registro de Identidade Civil – RIC. RIC - O Número Único de Registro de Identidade Civil, instituído pela Lei 9454/1997, foi concebido para integrar os bancos de dados de diversos órgãos dos sistemas de identificação do Brasil. A implementação do projeto contribuirá para tornar a identificação civil no Brasil ainda mais eficiente ao estabelecer uma relação de unicidade entre o cidadão e seu documento. Associado a utilização de tecnologias de ponta esse sistema permitirá o cadastramento dos cidadãos após a pesquisa das respectivas impressões digitais em uma base de âmbito nacional. Assim assegura-se que para cada indivíduo será emitido um único número RIC, o que fortalece todos os serviços que requerem a identificação do cidadão. A
ferramenta para execução do projeto RIC foi adquirida
em 2004, quando o Governo Federal investiu U$ 35 milhões na aquisição
do Sistema Automatizado de Identificação de Impressões
Digitais (AFIS), colocado sob a responsabilidade do Ministério
da Justiça. A intenção é de que em nove 9 anos 150 milhões de brasileiros tenham o seu número RIC. A partir do terceiro ano do projeto, 80 mil pessoas poderão ser cadastradas a cada dia, com meta de 20 milhões por ano. O projeto RIC contempla ainda a utilização de um cartão de identidade com os mais modernos itens de segurança, como fundos complexos, tintas e efeitos óticos especiais, além de chip microprocessador que armanezará os dados do cidadão e certificado digital. Os dados serão gravados a laser em camadas interiores do cartão, tornando impossível sua remoção por agentes químicos, configurando-se assim em um documento altamente seguro. |
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| A
MARCA DA BESTA ESTÁ MUITO PRÓXIMA!!! (Apoc. 13, 16-18) Ninguém de modo algum vos engane. Porque primeiro deve vir a apostasia, e deve manifestar-se o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o adversário, aquele que se levanta contra tudo o que é Divino e Sagrado, a ponto de tomar lugar no templo de Deus. Agora, sabeis perfeitamente que algo o detém, de modo que ele só se manifestará a seu tempo. Porque o mistério da iniqüidade já está em ação, apenas esperando o desaparecimento daquele que o detém. (Obs. Quem detém o anti-cristo é João Paulo II) (II Tes. 2, 3-7) |
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De
olhos bem abertos! Satélites, câmeras, chips e outras parafernálias eletrônicas se tornam instrumentos de controle da vida das pessoas |
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| Não
foram apenas as torres gêmeas do World Trade Center que desabaram
após os atentados de 11 de setembro de 2001. Com elas ruiu um
dos pilares da democracia, a privacidade. As armas tecnológicas
que antes faziam parte do corolário de agentes secretos se voltaram
contra a liberdade individual. Um projeto que tramita desde o início
do ano passado no Congresso americano promete ampliar a rede de espionagem
eletrônica. Chamado Sistema de Informações contra
o Terrorismo (TIA, na sigla em inglês), ele permitiria o acesso
à base de dados de empresas sempre que houvesse necessidade de
saber mais sobre turistas, estudantes ou imigrantes. As fronteiras da
vida privada parecem encolher a cada dia com a invasão dos computadores,
telefones celulares e câmeras de vigilância. Em troca de
facilidades de pagamento pelo cartão bancário em restaurantes,
hotéis, supermercados ou pedágios, o cidadão deixa
gravados seus rastros e preferências pelos hábitos de consumo.
Como essas companhias operam em escala mundial, sua capacidade de perscrutar
chega a um nível de detalhe que inclui a frequência com
que as pessoas viajam, se gostam de chocolates ou de uísque,
e até se levam uma vida sexual apimentada. Além, é
claro, de dados banais como endereço, telefone, estado civil
e saldo bancário. Pesquisadores do governo americano já trabalham em câmeras inteligentes capazes de identificar rostos e, pasme, avaliar se as pessoas estão alegres, tristes ou nervosas. O sistema funcionaria como o das cancelas de pedágio que liberam o acesso ao reconhecer veículos com permissão de avançar. Turistas também seriam identificados. O presidente George W. Bush determinou que até 2006 todos os passaportes sejam digitais, trazendo embutido um chip com informações como foto e impressão digital. Quando o viajante passar pela imigração, seus dados ficarão armazenados para que seu rosto seja reconhecido pelas lentes das milhares de câmeras espalhadas pelo país. A Comunidade Européia já iniciou a substituição dos passaportes antigos e outros 28 países vão seguir o exemplo. Para fechar o cerco ainda mais, os Estados Unidos exigem vistos até para quem está de passagem pelo país. A atual rede de monitoramento deixaria boquiaberto o inglês George Orwell, que em seu livro 1984 profetizou o poder de repressão numa sociedade vigiada. A frase “sorria, você está sendo filmado” soaria como aberração em 1949, quando foi escrito o romance sobre o Big Brother, o personagem que tudo vê. Hoje, ela foi incorporada ao cotidiano das pessoas. Entre os descontentes, a gritaria maior veio da Europa, que criou um grupo de proteção de dados pessoais para acompanhar as idas e vindas do novo projeto do governo americano para ampliar a vigília eletrônica. Mais da metade dos americanos o consideram uma ameaça à intimidade e o Senado dos EUA bloqueou a verba de US$ 54 milhões para o TIA. No centro da polêmica, está o autor da idéia, o ex-almirante John Poindexter, que nos anos 80 foi pivô do esquema de financiamento de armas aos guerrilheiros anti-sandinistas da Nicarágua, no escândalo conhecido como Irã-Contras. Nos bastidores, já corre a notícia de que ele será exonerado do cargo. Na prática, esse projeto nem sequer precisa de aprovação. Hoje já se vasculha a vida de turistas antes de eles colocarem os pés na terra do Tio Sam. Pelas regras do Ministério da Segurança dos Transportes, as companhias aéreas têm de enviar um relatório completo dos passageiros a cada vôo que decola dos aeroportos brasileiros. Segundo a Associação Internacional de Educadores, nem mesmo estudantes de intercâmbio escapam da devassa. O governo Bush costuma ainda comprar informações de empresas como a ChoicePoint, que consegue dados de pessoas e empresas de qualquer país do mundo. O transporte de carga sofreu uma mudança radical. Pelo menos 60 mil caminhões cruzam as rodovias nacionais acompanhados em tempo real por satélites. Esse sistema protege cargas como as de mogno, uma das jóias do comércio ilegal. Para ter o controle de sua procedência, o governo federal obrigou as transportadoras a instalar localizadores por satélite nos caminhões que carregam as toras da mais valiosa madeira nacional. Um desvio de rota ou uma parada fora do plano é reportada imediatamente. Duas mil locomotivas e centenas de barcos também estão ligados a centrais de controle que registram cada passo de condutores. A América Latina Logística (ALL), uma das maiores transportadoras de carga do País, monitora a viagem de todos os seus comboios via satélite a partir de Curitiba, no Paraná. As locomotivas têm chips rastreadores e computadores que gravam as manobras do condutor. A cada 20 segundos ele tem de acionar comandos dando sinal de que não dormiu nem parou sem autorização. “Eles sabem de tudo, não podemos ultrapassar a velocidade nem parar em qualquer estação”, diz o maquinista Rodrigo Nogueira. Demissão – Para as empresas, essa profusão de informações serve de ferramenta para evitar riscos. Recentemente o banco ABN-Amro encomendou à empresa Imagem fotos de satélites associadas a dados estratégicos, como o tamanho das casas e o poder aquisitivo dos moradores. Queria ainda saber a renda das famílias e sua capacidade de compra, dados levantados pela velha equipe de pesquisadores de campo. Um dos três maiores bancos privados do País usou a mesma estratégia para redefinir a rota de seus carros-fortes e baixar custos. Sem as imagens do espaço, o banco não podia questionar a transportadora de valores que escolhia o trajeto longo alegando que o caminho mais curto era perigoso. Um
e-mail interceptado resultou na demissão de Novaes Bisbilhotar
a vida alheia virou brincadeira: basta ter em mãos um cartão
de crédito. Imagens de satélites antes consideradas segredo
de Estado hoje são vendidas como livros pela internet e sua qualidade
melhora a cada dia. Os brasileiros começam a perceber os efeitos
colaterais do Big Brother. Os juristas ainda discutem de quem é
a responsabilidade pelos roubos, assaltos e sequestros que acontecem
em estacionamentos e shopping centers monitorados por câmeras.
Mas é na internet que se percebe com clareza até onde
vão os tentáculos da espionagem. Em abril de 2000, o portal
Cidade Internet demitiu quatro funcionários que criticaram seu
chefe pelo icq, um tipo de correio eletrônico que transmite mensagens
em tempo real. “Eles violaram nossas mensagens e as usaram contra
nós”, diz Fábio Paulino, um dos demitidos. A empresa
de planos de saúde Unimed também vasculhou o e-mail de
seu funcionário Augusto Cezar Novaes, que estava às vésperas
de uma promoção. Ele foi demitido por justa causa porque
repassou aos colegas de departamento uma notícia de jornal sobre
investimentos de um portal eletrônico. “Em nenhum momento
me alertaram que isso era proibido”, diz Novaes, até hoje
desempregado. Não havia em seu contrato nenhuma referência
de que ele poderia estar sob vigilância. Por isso, conseguiu na
Justiça reaver seus direitos, mas não teve o emprego de
volta. Um funcionário da seguradora do HSBC também tentou
reaver o antigo posto, apesar de saber que em seu contrato havia uma
cláusula que permitia aos seus chefes o monitoramento de seu
acesso à internet. Ainda que a legislação brasileira
defenda a privacidade, as corporações alegam que o e-mail
é de sua propriedade. “Neste caso, desaparece o caráter
privado de qualquer mensagem e todo mundo está desprotegido”,
diz o advogado Renato Opice Blum. Justamente por essa lacuna legal,
a fragilidade dos direitos do cidadão vira regra na sociedade
policialesca instaurada pelas lentes do Big Brother, que tudo vê,
sem nada poupar. |
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A
nova tecnologia está em teste na Alemanha, onde um supermercado
poupa seus clientes da enfadonha tarefa de passar produto a produto
pela caixa registradora. Isso porque o chip, do tamanho de uma moeda
de R$ 1, carrega uma minúscula antena que transmite os dados
sobre determinado produto, por radiofrequência, a detectores distantes
até seis metros. A conta chega no final do mês na fatura
do cartão de crédito. A engenhoca pode alertar o computador central da loja quando as prateleiras precisarem de reposição. Grandes telas de vídeo divulgam as liquidações e direcionam os consumidores aos itens em promoção. Por enquanto, o empecilho é o alto custo da tecnologia. Enquanto a etiqueta eletrônica custa US$ 1, o código de barras não passa de uma aplicação de tinta na embalagem. A previsão é que em breve elas terão invadido todos os lugares. Em Cambridge, na Inglaterra, a etiqueta inteligente provocou alvoroço no supermercado Tesco. Quem pegasse uma lâmina de barbear da Gillette era fotografado por uma câmera do sistema antifurto. Os críticos alegam que os produtos podem ser usados como dispositivos de vigilância, já que eles funcionam fora das lojas. A empresa de transportes urbanos londrina também usa microchips inseridos nos bilhetes para guardar dados dos passageiros e registrar todas as suas viagens. Com isso não é preciso tirar o bilhete da bolsa para passar pela catraca. Em compensação, pode-se localizar um passageiro em qualquer ponto do metrô. |
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| 75
MIL BRASILEIROS SERÃO 'MARCADOS' COM MICROCHIP TRANSMISSOR AMERICANO |
| Talvez
as histórias de ficção científica devessem
ser ensinadas nas escolas. TUDO
SOBRE VOCÊ O
LADO BOM |
Atenção:
Preparem-se para a marca da besta! O Cartão inteligente, o smart
Card, onde todos os seus dados é colocado num só cartão,
já está sendo preparado. |